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9 de julho de 2011

CACS ACOMPANHA A FLIP ao vivo

Assista aqui a transmissão ao vivo das mesas da Flip. Confira a programação completa aqui. A transmissão pode ser acompanhada também pelo G1.

9 sábado
15h mesa 12
Ficções entre escombros

Marcelo Ferroni
Edney Silvestre
Teixeira Coelho

mediação
Claudiney Ferreira

Três escritores brasileiros que representam as fraturas sociais através de dramas individuais. Teixeira Coelho flagra momentos traumáticos do século XX e subjetividades dilaceradas. Ferroni, em seu romance de estreia, introduz nos momentos finais de Che Guevara a patética imponderabilidade do acaso. E Edney Silvestre comenta seu novo livro, um romance ambientado na era Collor.
Áudio original Tradução simultânea  

CACS ACOMPANHA A FLIP

FLIP 2011 - Mesa 06 - Pontos de fuga

7 de julho de 2011

CACS ACOMPANHA A FLIP

Sobremesa: Michèle Petit

Assista à entrevista com a antropóloga francesa Michèle Petit, gravada logo após a mesa de hoje, nesta 9a. Flip.
http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf

Antropofagia em música


Crédito: André Conti
“Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
A vida não para…
Enquanto o tempo
Acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora
Vou na valsa
A vida é tão rara…”


Paciência, música de Lenine foi uma das mais cantadas pelo público na noite desta quarta-feira no show com Elza Soares, Celso Sim e José Miguel Wisnik. Foi uma aula show com Wisnik recitando os pensamentos antropofágicos do autor homenageado Oswald de Andrade entre uma canção e outra. Enquanto a música era tocada, era inevitável pensar que Elza Soares “se recusou, fez hora e foi na valsa “: ela cantou sentada pois está se recuperando de uma cirurgia na coluna. Mesmo assim não deixou de usar e abusar de sua característica voz e interagir com o público. Celso Sim se emocionou do começo ao fim, no começo discretamente com os olhos marejados e no final, ouvindo o público cantar e encerrando o show, chorou como uma criança.


Crédito: André Conti


A novidade deste ano, com as duas tendas, tanto a dos autores como a do telão (onde é aconteceu o show) do mesmo lado do rio concentrou o público que saiu da Conferência de Abertura e foi se esquentando entre as diversas barraquinhas de comida e bebida do pontal. Desde o moço que vendia cachorro quente até os autores que estavam na primeira fila entusiasmados com tanto calor humano, apesar do frio de 12 graus.


O público cantou, comeu, bebeu e também se emocionou. A 9a. Flip promete.


Crédito: Alexandre Benoit

CACS ACOMPANHA A FLIP

Estaremos acompanhando e postando todas as informações sobre o maior evento literário do Rio de Janeiro a FLIP.
Nosso objetivo além de compartilhar essa importante festa é também incentivar os nossos artistas na elaboração e organização em andamento da nossa I  Festa Literária de Saquarema a FLIS 2012.
Que estará compondo  o calendário de eventos da Secretaria de Turismo de Saquarema.
E a nossa Entidade será responsável  pela organização e administração do evento.
Boa Sorte CACS!!



CACS  ACOMPANHANDO TODOS OS PASSOS DA FLIP PARATY, RIO DE JANEIRO - BRASIL


Um momento mágico




Poucos momentos em toda a história da Flip se comparam ao que aconteceu nesta noite de quarta-feira, 6 de julho de 2011. O crítico Antonio Candido, com quase 93 anos idade, contou casos sobre a amizade com Oswald de Andrade que somente ele poderia confidenciar. Foram 90 minutos de uma volta no tempo. Primeiro com Candido narrando um Oswald de Andrade nos anos 30 e 40 e depois José Miguel Wisnik revelando a influência do homenageado na sua própria formação nos anos 60 e 70.


Logo ao entrar no palco, cortando o protocolo e a fala do curador Manuel da Costa Pinto, Candido foi ovacionado pelo público presente. Esta reação somada às manifestações que chegavam via twitter, já demonstravam a emoção que estava por vir. Um momento intimista, uma fala que tornou o ambiente extremamente aconchegante e caseiro. O sentimento que ficou foi do público viajar junto com dois grandes mestres ao mundo de Oswald de Andrade que “usava o riso como arma” como comentou Candido, apesar da fama de bicho do mal.