O Circulo Artístico Cultural de Saquarema parabeniza o nosso Ícone do Rock Serguei, pelos seus 80 anos de puro Rock´Roll
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8 de novembro de 2013
13 de março de 2013
Semana da Poesia
Circulando homenagens na semana da poesia de 14 de março dia Nacional da Poesia e dia 21 de março dia Internacional da poesia. Parabéns !
Latuf Isaías Mucci
Nosso Mestre !
Nosso Patrono
Parabéns a todos os poetas do Brasil !
Momento Homenagens aos poetas e poetisas de Saquarema
Latuf ancora seus poemas como barcos feitos de luz, no mar de Saquarema. Mar imenso e selvagem. Os ventos do cotidiano, som suas estrelas e sonhos e flores atravessam sua poesia: os poemas oscilam, belos e oblíquos e nunca se desnudam por inteiro. Há sempre algo que escapa a um primeiro olhar, como o mar que esconde suas cidades submersas e sereias.
Roseana Murray
VENDO O VENTO
As flores fazem
vênias ao Vento
Senhor dos ares.
As árvores acenam
braços ao vento:
Senhor das marés.
Os olhos cismam
reflexões ao vento:
Senhor dos sonhos.
Latuf Isaías Mucci
Escritora e Poetisa Roseana Murray
TERRACOTA
Da terra retiro
sua gama de cores:
ocre, vermelho, ferrugem,
terracota, outono,
o sol.
E pinto a alma em pinceladas
grossas, camada sobre camada,
para aguentar o peso do céu.
In Roseana Murray – Poemas para ler na escola,
Ed. Objetiva, 2011
Walmir Ayala
POSTAL
O mar, postal, é verde, ou não, cerúleo —
o mar é mar de crinas, potro e lastro
onde têxteis côres dão a aguda
forma de suas barracas: árvore e astro.
Arvore pela sombra, astro no muito
de universo que lado a lado formam...
O mar, postal, não vê que cada mastro
ao longe é êle que cumpre seu circuito.
Mas tanto muda que se desampara
e crava, e da janela vou tangendo
nêle meu coração de asas e espuma.
O mar, postal, é orgia que carrego
por outros mares de aço, de concreto
e de tôrres, sem lágrima nenhuma,
Poeta José Bandeira
Autor do Hino de Saquarema
Latuf Isaías Mucci
Nosso Mestre !

Parabéns a todos os poetas do Brasil !
Momento Homenagens aos poetas e poetisas de Saquarema
Latuf ancora seus poemas como barcos feitos de luz, no mar de Saquarema. Mar imenso e selvagem. Os ventos do cotidiano, som suas estrelas e sonhos e flores atravessam sua poesia: os poemas oscilam, belos e oblíquos e nunca se desnudam por inteiro. Há sempre algo que escapa a um primeiro olhar, como o mar que esconde suas cidades submersas e sereias.
Roseana Murray
VENDO O VENTO
As flores fazem
vênias ao Vento
Senhor dos ares.
As árvores acenam
braços ao vento:
Senhor das marés.
Os olhos cismam
reflexões ao vento:
Senhor dos sonhos.
Latuf Isaías Mucci
Escritora e Poetisa Roseana Murray
Da terra retiro
sua gama de cores:
ocre, vermelho, ferrugem,
terracota, outono,
o sol.
E pinto a alma em pinceladas
grossas, camada sobre camada,
para aguentar o peso do céu.
In Roseana Murray – Poemas para ler na escola,
Ed. Objetiva, 2011
Walmir Ayala
ARTE POÉTICA
Na adolescência eu queria escrever poemas eternos.
Poemas que não envelhecessem.
Aspirava os pensamentos abstratos, as idéias transcendentes,
jogava palavras como anzóis atrás de uma baleia azul.
Eu queria a estação permanente dos fatos,
aquela zona de mistério que transforma os acontecimentos
em reflexos cíclicos
de uma realidade essência.
Eu desprezava a transitoriedade, dava-me engulhos o trivial,
pousava meu dente na polpa indizível da transcendência.
Hoje eu pouso o coração da poesia na bandeja das coisas que passam,
eu sei que, como todas as civilizações,
a nossa tem um fim,
e já durou demais.
Eu sinto o cheiro de seu sangue congelado,
adivinho o pus acumulado sob sua pele túrgida.
Sei que seremos de repente uma sobrevivência arqueológica.
Porisso não ambiciono mais, para o meu poema, esta imaginária
duração,
esta idade virtual com pés de efêmero tato.
Não desejo para o gênero humano poemas capazes de sobreviver
à sua legítima história,
mergulho no cotidiano com um alívio e uma surpresa que me renovam
a vida.
Não quero mais fazer poemas que não sejam tributo do instante,
quero tocar o perecível e segurar entre os dedos sua respiração
oscilante. Faço poemas transitórios e fugazes.
Os poemas eternos eu deixo para a vida eterna.
Walmir Ayala
POSTAL
O mar, postal, é verde, ou não, cerúleo —
o mar é mar de crinas, potro e lastro
onde têxteis côres dão a aguda
forma de suas barracas: árvore e astro.
Arvore pela sombra, astro no muito
de universo que lado a lado formam...
O mar, postal, não vê que cada mastro
ao longe é êle que cumpre seu circuito.
Mas tanto muda que se desampara
e crava, e da janela vou tangendo
nêle meu coração de asas e espuma.
O mar, postal, é orgia que carrego
por outros mares de aço, de concreto
e de tôrres, sem lágrima nenhuma,
Extraídos do livro Estado de Choque; a poesia de Walmir Ayala. São Paulo: Galeria Parnaso; Massao Ohno Editores, 1980. s.p.;
Poeta José Bandeira
Autor do Hino de Saquarema
Hino de Saquarema
Hino do Município de Saquarema
Oito de maio
Conclamamos com grande alegria
Oito de maio
Mês Sagrado da Virgem Maria
Em oito de maio
Saquarema ergueu seu pendão
Porque nesta data
Recebeu sua emancipação
Que o bom Deus abençoe o seu futuro
Que seus filhos sempre honrem seu passado
E alegre zelamos seu presente
Saquarema o rincão abençoado
Em mil oitocentos e quarenta e um
Com honra, com glória, com paz e valor
Recebeu Saquarema sua categoria
Com grande alegria, com afeto e amor
José Bandeira
Antônio Mariano Alberto de Oliveira
Hino do Município de Saquarema
Oito de maio
Conclamamos com grande alegria
Oito de maio
Mês Sagrado da Virgem Maria
Em oito de maio
Saquarema ergueu seu pendão
Porque nesta data
Recebeu sua emancipação
Que o bom Deus abençoe o seu futuro
Que seus filhos sempre honrem seu passado
E alegre zelamos seu presente
Saquarema o rincão abençoado
Em mil oitocentos e quarenta e um
Com honra, com glória, com paz e valor
Recebeu Saquarema sua categoria
Com grande alegria, com afeto e amor
José Bandeira
Antônio Mariano Alberto de Oliveira
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Antônio Mariano Alberto de Oliveira foi um dos Fundadores da tradicional ABL. (Academia Brasileira de Letras), na qual ocupou a cadeira 8, que tinha como patrono Cláudio Manoel da Costa. Nascido em Palmital de Saquarema - RJ, em 28 de abril de 1857, faleceu em Niterói-RJ, em 19 de janeiro de 1937. DENTRO DO SONHO Tanto de sonho lhe hão chamado a vida Que por sonho eu a tenho e me convenço Que tudo nela é sonho, breve ou extenso, Pouco importa, querida. Foi sonho aquela vez primeira que nos vimos. A última sonho foi; o primeiro abraço Em que os dois nos unimos; Sonho o dia em que tu entraste por meu braço Num templo, e logo após na casa que foi nossa; Sonho o ver-me então moço e o ver-te também moça... Vinte anos todos de felicidade! E de improviso tudo acaba, tudo... Mas esta dor sem fim, esta saudade, Aquele golpe rudo, Tredo e medonho, -Devo-me conformar - não passou tudo De um sonho que sonhei dentro do grande Sonho. Alberto de Oliveira TERCEIRO CANTO Cajás! Não é que lembra à Laura um dia (Que dia claro! esplende o mato e cheira!) Chamar-me para em sua companhia Saboreá-los sob a cajazeira! - Vamos sós? perguntei-lhe. E a feiticeira: - Então! tens medo de ir comigo? - E ria. Compõe as tranças, salta-me ligeira Ao braço, o braço no meu braço enfia. - Uma carreira! - Uma carreira! - Aposto! A um sinal breve dado de partida, Corremos. Zune o vento em nosso rosto. Mas eu me deixo atrás ficar, correndo, Pois mais vale que a aposta da corrida Ver-lhe as saias a voar, como vou vendo. Alberto de Oliveira Momentos poetas em Saquarema Antônio Francisco Alves Neto ![]() Victorino AguiarSe Eu Fosse Deus...Ah, se um dia eu fosse Deus... por um mês, um ano, um dia, por um segundo que fosse. Num só segundo faria surgir do nada o reinado do amor e da alegria. Pra libertar nossos anjos da morte e da escravidão, da maldade dos marmanjos, do horror da pedofilia, dos homens sem coração, cortava o pau do tarado, mais a língua, o olho e a mão. Libertava as nossas putas das garras do cafetão; casava a Lei com a Justiça, não mandava pra prisão quem entrasse para o crime só por falta de opção, quem só roubasse comida, roupa, água, vinho e pão. Fazia que os falsos templos despencassem sobre o chão; transformava a castidade no pior dos meus pecados, rasgava os livros sagrados, Bíblia, Torá, Corão. Destes três e dos demais fazia uma só versão e insculpia a ferro e fogo per omnia saecula saeculorum na alma de cada irmão. Condenava os sacerdotes ao duro embate da vida, a enfrentar todo dia horário, chefe, patrão; a suportar como a gente toda sorte de parente, amante, mulher e filho, cunhado, sogra e irmão. Fazia em pó o senado, templo da corrupção; libertava o nosso povo do medo dos magistrados, dos grilhões dos deputados, do sabor da servidão. Empobrecia corruptos, parasitas da Saúde, carrascos da Educação, transformava a vida deles num eterno deus-nos-acuda: inventava o cidadão. Sabendo que muita gente no meu nome tentaria sufocar a Liberdade, crucificar a Verdade, dominar o mundo inteiro, garantiria que o Bem não perdesse pra maldade nem pro poder do dinheiro: criava um céu de verdade e um inferno verdadeiro. Era isto que eu faria, se um dia eu fosse Deus por um mês, um ano, um dia, por um segundo que fosse. Juro por Deus que faria. (Victorino Aguiar)
PERCEPÇÃO
Percebo em nossos olhos, percebo em nossas almas. percebo em nossos corpos, silentes zunzunzuns. São sons intraduzíveis, eternos, inaudíveis, palavras incomuns, que cansam nossos corpos, torturam nossas almas, marejam nossos olhos, sem benefício algum. Seria impertinência, em meio a tanto ardor desfeito em cortesia, perder a paciência, propor a alegria em vez da continência, e oferecer a nós um pouco de amor? Dividamos nossos olhos. Dividamos nossos corpos. Dividamos nossas almas. Quem sabe o amor acalma e extingue este furor? (Victorino Aguiar) Constante é a inconstância que persegueos passos de quem sempre está parado,e num clamor que assusta e que padece,faz já ferver o ardor que era gelado.O medo de repente é já coragem.A fome de beber se pronuncia.Razão e sensação se interageme a noite dá lugar a um novo dia.
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6 de março de 2012
Especial - Mulheres no CACS 2011/2012 - 2012/2013

A Mulher que Passa Meu Deus, eu quero a mulher que passa.
Seu dorso frio é um campo de lírios
Tem sete cores nos seus cabelos
Sete esperanças na boca fresca!
Oh! Como és linda, mulher que passas
que me sacias e suplicias
Dentro das noites, dentro dos dias!
Teus sentimentos são poesia
Teus sofrimentos, melancolia.
Teus pêlos leves são relva boa
Fresca e macia.
Teus belos braços são cisnes mansos
Longe das vozes da ventania.
Meu Deus, eu quero a mulher que passa!
Como te adoro, mulher que passas
Que vens e passas, que me sacias
Dentro das noites, dentro dos dias!
Porque me faltas, se te procuro?
Por que me odeias quando te juro
Que te perdia se me encontravas
E me encontrava se te perdias?
Por que não voltas, mulher que passa?
Por que não enches a minha vida?
Por que não voltas, mulher querida
Sempre perdida, nunca encontrada?
Por que não voltas à minha vida
Para o que sofro não ser desgraça?
Meu Deus, eu quero a mulher que passa!
Eu quero-a agora, sem mais demora
A minha amada mulher que passa!
No santo nome do teu martírio
Do teu martírio que nunca cessa
Meu Deus, eu quero, quero depressa
A minha amada mulher que passa!
Que fica e passa, que pacifica
Que é tanto pura como devassa
Que bóia leve como a cortiça
E tem raízes como a fumaça.
Vinicius de Moraes, in 'Antologia Poética'
Seu dorso frio é um campo de lírios
Tem sete cores nos seus cabelos
Sete esperanças na boca fresca!
Oh! Como és linda, mulher que passas
que me sacias e suplicias
Dentro das noites, dentro dos dias!
Teus sentimentos são poesia
Teus sofrimentos, melancolia.
Teus pêlos leves são relva boa
Fresca e macia.
Teus belos braços são cisnes mansos
Longe das vozes da ventania.
Meu Deus, eu quero a mulher que passa!
Como te adoro, mulher que passas
Que vens e passas, que me sacias
Dentro das noites, dentro dos dias!
Porque me faltas, se te procuro?
Por que me odeias quando te juro
Que te perdia se me encontravas
E me encontrava se te perdias?
Por que não voltas, mulher que passa?
Por que não enches a minha vida?
Por que não voltas, mulher querida
Sempre perdida, nunca encontrada?
Por que não voltas à minha vida
Para o que sofro não ser desgraça?
Meu Deus, eu quero a mulher que passa!
Eu quero-a agora, sem mais demora
A minha amada mulher que passa!
No santo nome do teu martírio
Do teu martírio que nunca cessa
Meu Deus, eu quero, quero depressa
A minha amada mulher que passa!
Que fica e passa, que pacifica
Que é tanto pura como devassa
Que bóia leve como a cortiça
E tem raízes como a fumaça.
Vinicius de Moraes, in 'Antologia Poética'
Cora Coralina
O que vale na vida não é o ponto de partida e sim a caminhada. Caminhando e semeando, no fim terás o que colher.
Os nossos agradecimentos a todas as mulheres que apoiam o CACS.
O Cacs através desse evento virtual homenageia todas as mulheres , Crianças , jovens e adultas que prestigiaram e prestigiam com seus talentos , apoios de toda espécie, o nosso Circulo Artístico Cultural de Saquarema .
2012 está no ar ... vamos dar as mãos para continuarmos desenvolvendo boas ações em todas as áreas do CACS.
Saúde, Sucesso, Felicidade,Paz e Bem para todas as Mulheres do mundo!!!
As nossas sócias Beneméritas
Artista Plástica Odete Figueredo
Escritora Roseana Murray
MULHER
metade maçã
metade serpente
com teus passos
inventas o mundo
de pássaro
ou
andarilha de sombras
com teus olhos evocas
cordilheiras abissais
e é no teu âmago
que a noite se forma
dentro de ti
o novelo da vida
Roseana Murray in Pássaros do Absurdo
Escultora e Ceramista Flora Tropper
A Diretoria Feminina do CACS , Telma Cavalcanti Presidente , Luiza Capecchi Secretária Executiva, Miriam Grizzi Diretora Financeira
Professora e Escritora Lina Malheiros Barecellos
A RODA DA VIDA
Se a vida é uma roda gigante
Que gira sem cessar
Volto sempre aos lugares
Onde encontro o meu sonhar
Sonho tanto, tanto, tanto
Até custo a acordar
Que não para de girar
O sonho entra na roda
A roda entra no sonho
A vida entra na roda
A roda é vida e sonho
Vida que roda e não para
Sonho que às vezes se esvai
Vida, vida roda o sonho
Não deixe que ele se vá.
Lina Malheiros Barcellos
As Voluntárias Suzana Cavalcanti e Márcia Cavalcanti
A Jovem Escritora Gabriela Pedroso recebendo a sua medalha .
Arqueóloga Filomena Crancio ao lado da Artista Plástica e Gestora Cultural Telma Cavalcanti
Dançarina e Artesã Heloisa Helena
Artistas que participaram da I Mostra de artes Plásticas e Literatura do CACS
Despedida da Ana que foi morar na Amazônia ...
As mulheres empresárias , Gestoras e artistas que receberam a outorga da ABD no I Salão de Artes Plásticas e Literatura Intercâmbio Cultural ABD/CACS
A Presidente da ABD Marly Barbara , a Secretária da Mulher de Saquarema Rosangela Alves Mendonça , A Nossa Prefeita Franciane Mota , Artista plástica , Gestora Cultural , Comendadora da ABD e Presidente do CACS Telma Cavalcanti e a Secretária de Educação e Cultura Ana Paula Fortunato
Equipe de trabalho no evento da oficina letras do Barro da Escultora e Ceramista Evelyn Kligerman
A Fotógrafa e Artista Plástica e ativista Ambiental Ana Miguel , recepcionando as amigas na I Exposição de Artes e Literatura
A Atriz e integrante do grupo Marinheiros do sol , Rosângela Souza
Equipe de trabalho na aula show da Ilana Pogrebinschi
Equipe de trabalho no evento realizado no Agosto Cultural 2011 com a contadora e atriz Ilana Pogrebinschi
Mirian Grizzi atriz e diretora de teatro, Suzana Cavalcanti,Universitária e Voluntária ,Luiza Capecchi , Secretária Executiva e gestora pública, Ana Montes ,ArtistaPlástica e Bailarina,Telma Cavalcanti, Artista Plástica, Ilana Pogrebinschi Atriz e contadora de Histórias, Maria Clara , Professora e escritora, Martinha Vignóli Artista Plástica .
Poetas que prestigiam as terças
Escritora e Professora , Maria Clara
Amigas do CACS
Plateia de mulheres que prestigiaram a aula show da atriz e contadora de história Ilana Pogrebinschi
Arte Popular
Equipe que confeccionou o I Tapete de Sal 2011
Atriz Neide Falcão
Artesã e Ativista Ambiental , Marcia Patrocínio
Professora , e Artesã Ana Ruth e a Universitária e Voluntária Ane .
Show de Chorinho do grupo do Músico Edgar Gordilho, a professora de dança de Salão Márcia Amorim , Telma , e Carla Paes Leme, Produtora de eventos, e empresária .
As Artistas telma Cavalcanti e Martinha Vignóli
A nossa querida Jornalista , fotógrafa, e Produtora Cultural Regina Mota
As Cantoras das Terças poéticas Márcia , Regina e Telma
A cantora Ana
As Cantoras
Boa Sorte Amigas!!!!!!!!!
Postagem especial dedicada as Mulheres que Circulam no CACS e muitas outras que não estão aqui , porque não tenho no arquivo de fotos ..Parabéns !!!!!!!!!!!!!!!
LUA ADVERSA
Tenho fases, como a lua
Fases de andar escondida,
fases de vir para a rua...
Perdição da minha vida!
Perdição da vida minha!
Tenho fases de ser tua,
tenho outras de ser sozinha.
Fases que vão e vêm,
no secreto calendário
que um astrólogo arbitrário
inventou para meu uso.
E roda a melancolia
seu interminável fuso!
Não me encontro com ninguém
(tenho fases como a lua...)
No dia de alguém ser meu
não é dia de eu ser sua...
E, quando chega esse dia,
o outro desapareceu...
Cecília MeirelesFases de andar escondida,
fases de vir para a rua...
Perdição da minha vida!
Perdição da vida minha!
Tenho fases de ser tua,
tenho outras de ser sozinha.
Fases que vão e vêm,
no secreto calendário
que um astrólogo arbitrário
inventou para meu uso.
E roda a melancolia
seu interminável fuso!
Não me encontro com ninguém
(tenho fases como a lua...)
No dia de alguém ser meu
não é dia de eu ser sua...
E, quando chega esse dia,
o outro desapareceu...
Mulheres no CACS em 2012/2013


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